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“As únicas grandes companhias que conseguirão ter êxito são aquelas que considerarem os seus produtos obsoletos antes que os outros o façam.” por: Bill Gates
Para AmBev, Copa representa a "cerejinha do bolo"
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:47:54 em Mercado
Marca, que terá dobradinha com Budweiser e Brahma durante o mundial, ainda não tem planos de marketing definidos, mas tem "antecipação" como palavra-chave.

AmBev: Budweiser para mercado global, Brahma para o local
São Paulo - Além de destacar a Brahma durante a Copa do Mundo no Brasil, a AmBev pretende usar o patrocínio da Budweiser - recém-lançada no Brasil - ao mundial para posicionar a marca globalmente.
A afirmação veio de Marcel Marcondes, diretor da plataforma de esportes da AmBev, durante o Encontro Internacional de Marketing e Mídia, o MaxiMídia, que acontece até quinta-feira (6) em São Paulo.
A ideia da empresa, segundo Marcondes, é aproveitar o direito ao uso do emblema da Fifa que ambas as marcas têm para fazer uma dobradinha, colocando Budweiser para divulgação global, enquanto a Brahma entra com o patrocínio à Seleção Brasileira (isso sem falar na possibilidade de vender cerveja nos estádios, algo que já é cogitado pela CBF, por pressão da Fifa).
A empresa ainda não tem um plano de marketing estruturado, confessa o diretor, mas tem duas palavras-chave na ponta da língua: "planejamento e antecipação".
Segundo ele, participar da Copa do Mundo em um país apaixonado pelo futebol representa uma oportunidade grande, mas que justamente por isso, exige cuidado.
"Queremos entender o que a Copa do mundo representa emocionalmente para os nossos consumidores. Em autoestima, em comportamento de compra, em hábito... Tudo isso para saber onde a Copa pode agregar valor para o nosso negócio", diz.
"Fizemos ainda em 2011 talvez a primeira ação promocional envolvendo ingressos para a Copa do Mundo de 2014, justamente para abrir um canal de comunicação com consumidores. Antecipação, para a gente, é uma palavra-chave. Depois é só colocar a cerejinha (no bolo) na hora em que a Copa chegar".
A dinâmica de trabalho com - e entre - as diversas agências com as quais a AmBev trabalha é outro ponto que ainda traz lacunas. "A estrutura ainda não está na engrenagem ideal. Ainda não chegamos a um período de maturidade para entender como as agências podem trabalhar melhor juntas. Acho que será um dos mundiais mais efervescentes que já vimos, mas o mercado ainda está tentando entender qual o papel de cada um, o que é ansiedade e o que é exagero... Mas é óbvio que teremos um envolvimento máximo das nossas agências."
Fonte: Revista Exame
73% dos jovens prestam atenção nas marcas em uniformes esportivos
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:44:26 em Mercado

Publicidade também é altamente visível nos intervalos das transmissões, diz Ibope.
São Paulo - Para 69% da população acima de 10 anos, as marcas estampadas nos uniformes durante as transmissões esportivas na TV - seja qual for o esporte - são altamente percebidas.
Para jovens com idades entre 15 e 19 anos, essa modalidade de marketing é ainda mais perceptível, alcançando uma taxa de 73% de visibilidade.
As dados forma obtidos na pesquisa Esporte Clube IBOPE Media, que abrangeu as 12 principais regiões metropolitanas brasileiras e teve uma amostra que representa mais de 50 milhões de brasileiros acima de 10 anos. A pesquisa foi apresentada hoje, durante o Encontro Internacional de Marketing e Comunicação, o MaxiMídia.
Veja outros pontos de destaque:
68% prestam atenção no local do evento. A taxa sobe para 72% quando os entrevistados têm entre 30 e 39 anos
67% das pessoas prestam atenção nas falas do locutor. Entre 30 e 39 anos, a porcentagem vai para 73%
62% prestam atenção nas vinhetas de transmissões. A porcentagem vai para 68% para idades entre 30 e 39 anos
59% das pessoas assistem aos intervalos das partidas. Para pessoas entre 20 e 24 anos, a taxa fica em 62%
Fonte: Revista Exame
As 100 marcas mais valiosas do mundo em 2011
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:41:26 em Mercado
Apple valoriza 58% em um ano, mas Coca continua liderando; ranking não traz nenhuma brasileira.

São Paulo - A Apple aumentou seu valor de marca em 58% e desbancou a Nokia do top 10 no ranking das marcas mais valiosas do mundo, de acordo com a consultoria de branding Interbrand.
O levantamento, divulgado hoje, posiciona a Coca-Cola na liderança pelo 12º ano consecutivo - a marca vale 71, 861 bilhões de dólares - e mostra o enorme crescimento da grife criada por Steve Jobs, que saltou nove posições e passou a ocupar o 8º lugar, valendo 33, 492 bilhões de dólares. No ano passado (veja o ranking de 2010), quando estava na 17º posição, a marca já havia valorizado 37%.
As marcas de tecnologia continuam sendo as que mais crescem. Sete das 10 mais valiosas são desse segmento: IBM (2°), Microsoft (3°), Google (4°), GE (5°), Intel (7°), Apple (8ª) e Hewlett-Packard (10°).
Apple, Amazon.com (26°), Google e Samsung (17°) foram as quatro empresas que mais subiram posições no ranking. Uma das poucas novatas é a HTC (98°), fabricante de aparelhos móveis.
A escalada dessas marcas torna ainda mais aparente a fragilidade da Nokia, que com uma perda de 15% no valor de marca, caiu para a 14ª colocação. A explicação para a queda, segundo Alejandro Pinedo, diretor da Interbrand do Brasil, pode estar no atraso da empresa perante as concorrentes na hora de acompanhar o que os consumidores mais procuram:
"A Nokia perdeu o bonde dos smartphones. A marca vem fazendo movimentos para se recuperar, como uma parceria com a microsoft, por exemplo, mas só poderemos ver se isso trará resultados a partir dos próximos rankings", explica.
Além das marcas de tecnologia, o último ano foi marcado também pelo ressurgimento da Nissan Motor, a segunda maior fabricante de veículos do Japão. Ausente das "Melhores Marcas Globais" desde 2007, a marca retornou ao ranking na 90° posição.
A recuperação da montadora, segundo Pinedo, foi possível graças à rápida capacidade de reação demonstrada depois dos tsunamis que atingiram o Japão no início deste ano.
O mercado de luxo também desponta com a Louis Vuitton (18°), Gucci (39°), Hermès (66°), Cartier (70°), Tiffany (73°), Moët & Chandon (77°), Armani (93°) e Burberry (95°).
"O único ano em que as marcas de luxo perderam valor foi em 2009, fruto da crise econômica. Fora isso, todas aumentaram de valor. Neste ano, a marca que mais chamou atenção foi a Burberry, que aumentou lucro e vendas, ampliou a quantidade de lojas e tem feito um trabalho brilhante de relacionamento com consumidores em redes socias. Tudo isso reflete positivamente para o valor da marca."
Outro setor de destaque é o mercado financeiro. Após a crise econômica de 2008, as marcas financeiras continuam lutando, especialmente as sediadas nos Estados Unidos.
Citi (42°), Barclays (79°), Credit Suisse (82°) e UBS (92°) viram uma pequena diminuição no valor de suas marcas no ranking deste ano.
O suíço Zurich (94°) e o espanhol Santander (68°) demonstraram comprometimento em reconquistar a confiança dos consumidores e em restabelecer uma forte ética nos negócios.
Veja aqui as 10 mais valiosas em 2011
Fonte: Revista Exame
YouTube planeja lançar canais de TV na internet em 2012
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:38:46 em Tendências
Segundo o Wall Street Journal, Google já negocia com produtoras para oferecer gratuitamente a programação no site.

Nova York - Maior portal de vídeos na internet, o site YouTube planeja investir mais de US$ 100 milhões para começar a produzir conteúdos televisivos próprios em sua página, informou nesta terça-feira o jornal The Wall Street Journal.
Segundo fontes próximas à companhia, a popular plataforma de propriedade do Google estaria negociando com várias produtoras para se transformar em um fornecedor de conteúdo e apresentar dezenas de canais gratuitos com seus próprios programas.
Para financiar o custo dessa operação, o YouTube deve contar com o dinheiro de publicidade dos próprios canais gratuitos, que devem ser lançados já no próximo ano, segundo o jornal nova-iorquino.
Neste momento, o portal estaria firmando os últimos acordos, entre outros, com o ícone do skate Tony Hawk, os estúdios da Warner e ShineReveille, e a produtora do grupo News Corporation, que co-produziu a série "Betty, A Feia" nos Estados Unidos.
Entre outros possíveis sócios do YouTube, aparecem também a FremantleMedia, que pertence ao grupo alemão RTL, responsável pelo famoso programa "The X Factor", e a Verso Entertainment, dirigida pelo jogador de basquete da NBA Baron Davis, que se encarregaria do canal de esportes.
"Não fazemos comentários sobre rumores e especulações, mas sempre falamos com criadores de conteúdos para captar novas audiências", disse um porta-voz do portal ao The Wall Street Journal.
Desde que comprou o site em 2006 por US$ 1,6 bilhão, o Google procura transformar o YouTube em um negócio mais rentável, como exemplifica essa nova idéia de oferecer serviços de televisão pela internet.
No mês passado, o YouTube registrou mais de 600 milhões de visitas, sendo que a previsão de arrecadação para este ano é de mais de US$ 1 bilhão, o dobro do faturado em 2010.
Fonte: Revista Exame
Site devolve dinheiro para quem faz compras
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:36:40 em Curiosidades
A cada compra, o usuário recebe uma comissão; ao acumular R$ 20, ele pode transferir o dinheiro para sua própria conta.

Os produtos e serviços oferecidos na plataforma são negociados por empresas parceiras, como Walmart e Submarino
São Paulo - Reverter créditos acumulados em compras online em dinheiro real que pode ser sacado. Essa é a proposta do Meliuz, nova plataforma de e-commerce que utiliza o conceito de cash back.
A ideia por trás do projeto é simples: a cada compra realizada, o usuário recebe uma comissão – em média, 5% sobre o valor da transação - que vai para a sua “poupança” online. Após acumular R$ 20 em créditos, o cliente pode transferir o valor direto para sua conta bancária.
Os produtos e serviços anunciados na plataforma são negociados por empresas parceiras. Walmart, Compra Fácil, Americanas.com, Submarino, Ingresso.com, SomLivre.com, Empregos.com.br, entre outras, já fizeram parceria com o Meliuz.
O valor da comissão a ser repassado para o cliente depende de cada empresa e pode variar entre 1,5% e 40%.
Criado pelos jovens empreendedores Israel Salmen, 22 anos, e Ofli Guimarães, 26, o Meliuz contou com o aporte de um investidor anjo para entrar no ar. O valor não foi revelado.
“O conceito de ‘CashBack’ ainda é muito jovem no Brasil, mas bastante conhecido nos Estados Unidos e na Inglaterra. O ponto forte do serviço é remunerar o usuário de uma forma mais clara e eficiente do que os programas de fidelidade da atualidade”, afirma Salmen.
Os sócios esperam ter 100 mil usuários cadastrados até o final deste ano. Segundo eles, a receita virá por meio de publicidade.
Fonte: Revista Exame
Processo judicial faz Facebook adiar estreia da Timeline
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:34:28 em Notícias
A empresa Timeline.com processou o Facebook pelo uso do nome Timeline em seu novo modelo de perfil de usuário.

A Timeline mostra todo o conteúdo relacionado com a pessoa em ordem cronológica
São Paulo — O Facebook parece ter adiado a estreia de seus novos perfis para o público devido a uma ação judicial movida por uma companhia de Chicago chamada Timeline.com. De acordo com a ação imposta pela companhia americana, o uso do nome Timeline no novo modelo de perfil da rede social infringe a marca da empresa e poderia prejudicá-la.
Por pedido do juiz Edmond Chang, que está mediando o caso, o Facebook não deve lançar o novo perfil nos próximos dias. Amanhã acontece uma nova audiência entre as partes. Há chances de que cheguem a um acordo.
Cerca de 1,1 milhão de usuários já ativaram o novo modelo de perfil do Facebook por meio de contas de desenvolvedores. Alguns deles observaram que a data de ativação das contas que, antes, aparecia como “29 de setembro” foi adiada para “6 de outubro”. A provável razão do adiamento é a disputa com a Timeline.com.
A data é exibida pelo Facebook durante a ativação do “modo timeline” pelo desenvolvedor. Após concluir o processo de cadastro de um novo aplicativo, o desenvolvedor é questionado se deseja migrar para o novo formato ou esperar até a data citada. O Facebook não se pronunciou oficialmente sobre o caso.
Fonte: Exame.abril.com.br
Nas redes sociais, Rock in Rio é o maior festival do mundo
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:30:40 em Social Media
São Paulo - A Grudaemmim, agência responsável pela vida digital do Rock in Rio, divulgou os números oficiais da presença do festival nas mídias sociais oficiais. Esses números posicionam o evento como o maior festival do mundo em presença digital, superando eventos como Coachella (EUA) e Glastonbury (Inglaterra).
O Rock in Rio atingiu 180 milhões de pessoas por meio de suas mídias sociais durante todos os dias de Festival. Ao todo, o evento contabiliza 4,5 milhões de seguidores em todas suas redes sociais, presença nos trending topics de 13 países, 6,8 milhões de visualizações de fotos e 5 milhões de visitantes únicos (apenas durante os dias de festival).
O aplicativo oficial do evento (Claro Rock in Rio) foi o mais baixado do Brasil e mais de 200 países acessaram o conteúdo do festival. E, entre julho de 2010 e a manhã dessa segunda-feira, 3, foram 72 milhões de páginas vistas no site e 12,5 milhões de visitantes únicos.
Fonte: Revista Exame
Os 30 maiores anunciantes do Brasil em 2010
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:27:45 em Notícias
Ranking do Ibope Monitor dos maiores investimentos em publicidade no Brasil no ano passado.
Os três primeiros foram:
1- Casas Bahia
2- Unilever Brasil
3- Hyundai CAOA
Para ver a lista completa, clique aqui!
Fonte: exame.abril.com.br
Por que o mercado de TI é tão masculino?
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:23:27 em Mercado
Pesquisa americana revela que ambientes de TI podem ser hostis ou desagradáveis para elas.
De acordo com um relatório do Level Playing Field Institute (LPFI), ambientes de trabalho de TI, incluindo centros de tecnologia, podem criar condições hostis ou desagradáveis para mulheres, levando os funcionários a buscarem outras empresas ou até mesmo setores de trabalho.
O estudo utiliza dados coletados a partir de uma amostra de engenheiros de TI e gerentes de grandes empresas, além de startups pequenas ao redor dos Estados Unidos.
O relatório, chamado "Playing Field - uma análise das tendências ocultas em locais de trabalho da tecnologia da informação", afirma que preconceitos inerentes a empregos de tecnologia podem torná-los menos convidativos para o envolvimento de mulheres e minorias, que lidam com experiências de trabalho negativas, tais como assédio moral e bullying, em taxas muito mais elevadas do que os seus colegas do sexo masculino ou pessoas brancas. Em outras palavras, o sexismo nos locais de trabalho relacionados à tecnologia faz com que as mulheres procurem emprego em outras indústrias.
No entanto, o estudo também mostrou que, para a maioria dos gerentes de recursos humanos, manter um ambiente de trabalho diversificado não é uma prioridade alta. 68% dos gerentes e engenheiros entrevistados disseram estar satisfeitos com a diversidade de suas respectivas companhias.
Segundo o diretor executivo do LPFI, o setor de TI é um dos que mais crescem atualmente, mas as mulheres e pessoas de cor continuam numa categoria sub-representada.
O relatório também recomenda mais pesquisas sobre tais assuntos. Os autores do documento desafiam todos os que trabalham na indústria tecnológica para confrontar os próprios preconceitos e apoiar conversas produtivas dentro das empresas e comunidades.
Fonte: Olhar Digital
Afinal, o Facebook ultrapassou o Orkut ou não?
Publicado por: Renata Faria , 10/10/2011 às 22:21:44 em Igloo
Segundo o Ibope Nielsen, sim; para a comScore, não. Uma coisa, porém, é certa: se a rede de Zuckerberg ainda não é líder no Brasil, em breve será.
Para um instituto, o Orkut foi superado pelo Facebook no Brasil. Para outro, ele continua à frente – bem à frente – por possuir 11 milhões de usuários a mais. Embora os dados sejam bastante distintos, em um ponto há consenso: se a rede de Zuckerberg ainda não é a líder no País, ela em breve será.
A questão voltou à tona mês passado, quando o Ibope Nielsen confirmou que o Facebook atingira 30,9 milhões de usuários únicos em julho, mais, portanto, que os 29 milhões do Orkut. Uma semana depois, porém, seria a vez da comScore revelar seu estudo, divergindo do que já era tratado como certo: em agosto, a rede social da Google teve 35,7 milhões de usuários únicos, ante 24,5 milhões da rival.
Para Alex Banks, vice-presidente da comScore para a América Latina, a brutal diferença pode ser explicada pelas metodologias utilizadas. Ele afirmou não poder comentar o método utilizado pelo Ibope, mas destacou a presença de sua empresa no Brasil. “Monitoramos mais de 50 mil usuários, espalhados por todas as regiões, e a partir deles que construímos nossas estatísticas”. Trata-se de uma medição por painel, que elege certo número de pessoas a fim de representar o acesso à Internet como um todo.
O executivo acredita que em até nove meses a primeira colocação do setor passará para as mãos do Facebook – sua audiência triplicou em doze meses, enquanto que a do Orkut cresceu 20% - mas faz uma ressalva: “Nos próximos meses, incluiremos lan houses ao universo, e acredito que o Orkut se beneficiará disso”. Até agora, apenas o uso em casa ou no trabalho repercutia nos dados.
Aparentemente, o Ibope utiliza sistema parecido ao da comScore. “Nosso painel de pesquisa de audiência de internet (...) representa o comportamento e características demográficas do internauta brasileiro por meio de amostragem e projeções estatísticas”, afirmou, via e-mail, ao IDG Now!. O instituto monitora 22 mil internautas e afirma que seu modelo é utilizado em outros países, como Estados Unidos e Alemanha. Usuários de lan house não entram nas estatísticas, mas a empresa quer passar a considerá-los, tal qual a Nielsen já faz na França e na Austrália.
Visitas e cadastros
No mercado de mídias sociais, o Brasil pode ser comparado à Índia – lá, o Orkut era o mais usado até julho de 2010, quando foi ultrapassado pelo FB. No começo, quando o concorrente chegou, ele continuou crescendo; depois, manteve-se estável por alguns meses, para, só daí, começar a cair. Por aqui, deve-se ressaltar, nem a primeira etapa foi suplantada.
“O Facebook é a rede social global. Poucas existem além dela, e podem estar com os dias contados”, alerta Banks. Além disso, considerando que a atenção da companhia de Mountain View está voltada ao Google+ – o Brasil foi um dos países que melhor recebeu o novo site - é difícil apostar na sobrevivência de sua outra rede.
Outra questão importante é que as empresas contabilizam o número de usuários únicos, não a quantidade de cadastrados. De nada, afinal, servem milhões de internautas que, apesar de não terem apagados seus perfis, deixaram de acessar o site. O Orkut, por exemplo, estima possuir 43 milhões contas no País – bem menos do que sua audiência nos últimos meses. Quando a rede de Zuckerberg o ultrapassar em usuários únicos, será considerada a nova líder, independentemente de ter mais cadastrados ou não.
O próprio Facebook, há dois meses, disse ter 25 milhões de inscritos brasileiros. Aí a principal divergência entre os dois institutos aparece. A estimativa da comScore sugere que 500 mil usuários não acessam o portal apesar de terem uma conta. Para o Ibope, porém, 5,9 milhões visitaram a rede social em agosto, mesmo não possuindo um perfil.
“Contemplamos pessoas que navegaram no site Facebook, incluindo nas páginas públicas onde é possível o acesso de não usuários”, alega. Banks, por outro lado, acredita que o número de cadastrados deve ser semelhante ao de visitantes, pois pouco pode ser feito no site sem uma senha que libere a entrada.
O Orkut tem investido em uma tática curiosa para enfrentar o postulante à liderança: em vez de recursos inovadores, investe no marketing. Das últimas 20 atualizações no blog oficial, apenas uma tratava de novas funções (a aba conversas); as outras falavam de eventos transmitidos pela plataforma – entrevista com Emicida, show do Skank – comunidades – rugbt feminino, futebol – ou temas – dia mundial sem carro. Pelo visto, tem recorrido aos interesses culturais do brasileiro, em vez de pensar em suas necessidades. Dificilmente, tal proposta interromperá sua queda; nisso, mesmo o Ibope e a comScore devem concordar.
Fonte: IDG Now
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